@padresmarianos participando de #JovensComunicadores Estamos começando hoje nossa comunhão! Dia de alegria para nós!
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Nos caminhos da oração
Deus fala comigo?
A questão é que não paramos para escutá-Lo;
e quando paramos, somos inconstantes e, na inconstância,
unida à terrível pressa que o mundo nos inspira, cansamos,
deixamos a oração de lado e achamos insuportável quando Ele, porventura, se cala.
Entendeu?! Pois é… Um coração treinado na oração é capaz de escutar ao Senhor,
que, de fato, não se cala, mas fala-nos de diferentes formas
para dirigir nossos passos e inspirar nossos sentimentos.
Ricardo Sá
Oração, via de santificação
Todo questionamento é bom, pois ele gera em nós
a possibilidade de encontrar uma resposta.
E assim é em tudo durante nossa vida, desde as decisões
mais simples às mais importantes,
sempre buscamos referências e nos questionamos.
O questionamento que muitas pessoas vivem hoje é: “Onde está Deus?”
As pessoas fazem essas perguntas diante de algumas situações ruins que acontecem e,
dificilmente, enxergam a ação de Deus.
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Oração
Oração pelas vocações
Rezar pelas vocações é dever de todos os cristãos,rezemos juntos para que Deus nos faça mais sensíveis à sua voz
Oração Vocacional
Jesus, Mestre Divino,
que chamastes os apóstolos a vos seguirem,
continuai a passar pelos nossos caminhos,
pelas nossas famílias, pelas nossas escolas
e continuai a repetir o convite
a muitos dos nossos jovens.
Dai coragem às pessoas convidadas.
Dai força para que vos sejam fiéis
na missão de apóstolos leigos,
sacerdotes, religiosos e religiosas,
para o bem do Povo de Deus
e de toda a humanidade.
Amém.
Jejum
Neste caminho quaresmal rumo a Páscoa não é a toa que a Santa Mãe Igreja
nos propõe os exercícios quaresmais de conversão Oração,
Jejum e Esmola, pois ao vivermos estes três exercícios crescemos nas virtudes teologais da fé, esperança e caridade.
Essa é a trilha básica para o caminho de santidade de todo o cristão, não somente por quarenta dias, mas para toda a sua vida.
Se a oração atinge o relacionamento do homem com Deus, o jejum o celebra no seu relacionamento
com os bens criados na virtude da esperança.
No seu relacionamento com a natureza criada, o homem é chamado a ser livre, a ser senhor da criação.
Acontece porem, que muitas vezes se escraviza a ela.
Por isso, a Igreja convida o homem a realizar um gesto de liberdade e de respeito em relação aos bens criados, através do rito do jejum.
O rito do jejum não vale pelo que é, mas pelo que significa. Na ação de comer e de beber é que o homem mais se apropria das coisas.
Ele mesmo consome a comida; ele a faz tornar-se parte de si mesmo.
Não só dela se apodera, mas muitas vezes, apoderando-se dela, a ela se escraviza.
Por isso, o alimento e a bebida tornam-se símbolo de tudo quanto envolve o homem.
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Formas de penitência e suas razões
O corpo humano pode ser comparado a uma criança mimada,
aquela que deseja ter todas as suas vontades satisfeitas e, mesmo que isso ocorra,
ela ainda é irritadiça, preguiçosa e indolente. Assim é o ser humano, assim é o corpo humano.
Quanto mais come, mais letárgico fica; quanto mais dorme, mais sono tem; e assim por diante.
Trata-se da primeira consequência do pecado original, da mãe de todas as doenças: a filáucia,
que pode ser definida como o amor de si contra si e cujo lema é “foge da dor, busca o prazer”.
Esse lema está muito presente na sociedade moderna, que incentiva a busca desenfreada pelo prazer, pela satisfação de todos os desejos, representado pela “liberdade”. Enquanto isso, o ser humano se torna cada vez mais vazio e menos resistente à dor. Não suporta ser contrariado e se desestrutura quando perde algo ou alguém. Pudera, não foi ensinado a isso, não exercitou a moderação, não praticou a ascese e a disciplina.
O tempo da Quaresma chegou. A Igreja ensina e estimula o católico a praticar o jejum, a oração e a esmola. Essas três formas de penitência são um remédio para o combate das doenças espirituais, sendo que o jejum auxilia no combate à gula, a oração no combate ao orgulho e à soberba, e a esmola no combate à avareza. São exercícios que, se feitos com seriedade, têm a capacidade de arrancar o cristão católico das garras do relativismo que domina o mundo atualmente.
Por Pe.Paulo Ricardo de Azevedo Júnior



